Mentoria não é para descobrir o que fazer. Na maioria das vezes você já sabe — e está adiando há meses. É para encerrar o que trava e executar do outro lado.
O que exatamente está sendo adiado, e qual acordo silencioso mantém isso de pé. Enquanto não tem nome, opera no escuro.
O movimento que ninguém faz sozinho — porque encerrar dói mais que continuar. É aqui que a maioria trava.
O que entra no lugar. Decisão sem construção vira só perda.
Alguém do lado para você não voltar atrás na primeira pressão. É para isso que serve ter mentor.
Antes de mudar qualquer coisa, entender o que está produzindo o resultado que você não quer. Uma semana olhando a estrutura, não o sintoma.
Uma decisão por dia, acompanhada. É a parte longa de propósito — comportamento não muda em um fim de semana. A diferença é que aqui você não atravessa sozinho.
O que mudou no que dá para observar, comparado ao dia 1. Sensação de que foi bom não é resultado.
Entrei numa metalúrgica aos 14 anos, como estagiário, para pagar meu próprio curso técnico. Fiz técnico e tecnólogo em mecânica no SENAI, engenharia mecânica na Católica SC e MBA Executivo na FGV. Liderei times de mais de 60 pessoas e atuei em mais de 40 operações.
Mas o que mudava o resultado nunca era só o processo novo. Era a pessoa que passava a decidir diferente. Por isso fui buscar a outra metade: mais de 500 horas presenciais de treinamento de alta performance, no Brasil e no exterior — entre elas 400h no IFT e o Date with Destiny, de Tony Robbins.

















Mentoria individual resolve o que depende de você. Mas quando o resultado que se repete envolve time, reunião, acordo que não acontece e decisão que sobe para o dono — o trabalho é outro.
Me chama. A primeira conversa é sem custo e sem compromisso.